Seguinte, é só de sons mesmo... não tente entender pq não é pra entender... é só pra escutar o emaranhado de sons que isso dá... eu gosto... Fazer o quê, né?!
Poesia de sons
Um largo pagão deveras vil,
fugazmente óxido
deteriora em seus prantos lúgubres
de madrugadas ébrias.
Enquanto a vitalidade eloqüente
tentam sucumbir efêmera de um tristão,
a vida seqüela entre trombas e proles...
E quando a luz se fez sombra,
O paradoxo da dignidade se fez tez
A imunidade virou moda
E o que sobrou se fez vão...
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Poesia de sons
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domingo, 27 de junho de 2010
Sonoros sons e afins
Gosto de ouvir a cadência sonora de uma frase bem dita.
Bendita frase...
Seu sentido é secundário, segundo plano.
Como se outrora fosse uma outra qualquer língua, perdida na raiz do mundo.
Enraizada na história.
Me deleito em ouvir um sonoro soneto em voz, pausada e ritmada.
A vibração transcende o tímpano e jaz, no peito, em fibrilação.
É fúnebre o possível trauma de não poder ouvir...
Ecoaria um profundo silêncio na alma.
E cairia em suicídio póstumo.
Bendita frase...
Seu sentido é secundário, segundo plano.
Como se outrora fosse uma outra qualquer língua, perdida na raiz do mundo.
Enraizada na história.
Me deleito em ouvir um sonoro soneto em voz, pausada e ritmada.
A vibração transcende o tímpano e jaz, no peito, em fibrilação.
É fúnebre o possível trauma de não poder ouvir...
Ecoaria um profundo silêncio na alma.
E cairia em suicídio póstumo.
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Complexa...
Mais uma daquelas SONORAS... sem sentido, mas boas de ouvir... ou não!
Destrajo o desnudo e reluto,
Na mesma mesa lesada à zape.
Se puta, no calor da luta,
Gelada esteja nua a cerveja,
Se repenso, é tenso e abundante suor,
Se constante, não obstante,
O fato em si, é teso, tenso e propenso...
Destrajo o desnudo e reluto,
Na mesma mesa lesada à zape.
Se puta, no calor da luta,
Gelada esteja nua a cerveja,
Se repenso, é tenso e abundante suor,
Se constante, não obstante,
O fato em si, é teso, tenso e propenso...
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