Busco assunto,
Assunto sobre alguma coisa
No espaço em branco do papel
Risco, rabisco, digito, deleto...
Busco luz, é apagão.
Quero um mapa, um GPS...
Preciso nortear as idéias...
mas se perdem...
Só tenho um lápis e um papel...
Não... Só tenho teclas e uma tela...
Teclas vazias... Tela em branco...
Encho a tela de alguma coisa...
Esvazio...
Encho de novo...
Esvazio...
Mais uma vez...
Esvazio...
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Esvazio
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Poesia de sons
Seguinte, é só de sons mesmo... não tente entender pq não é pra entender... é só pra escutar o emaranhado de sons que isso dá... eu gosto... Fazer o quê, né?!
Poesia de sons
Um largo pagão deveras vil,
fugazmente óxido
deteriora em seus prantos lúgubres
de madrugadas ébrias.
Enquanto a vitalidade eloqüente
tentam sucumbir efêmera de um tristão,
a vida seqüela entre trombas e proles...
E quando a luz se fez sombra,
O paradoxo da dignidade se fez tez
A imunidade virou moda
E o que sobrou se fez vão...
Poesia de sons
Um largo pagão deveras vil,
fugazmente óxido
deteriora em seus prantos lúgubres
de madrugadas ébrias.
Enquanto a vitalidade eloqüente
tentam sucumbir efêmera de um tristão,
a vida seqüela entre trombas e proles...
E quando a luz se fez sombra,
O paradoxo da dignidade se fez tez
A imunidade virou moda
E o que sobrou se fez vão...
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Complexa...
Mais uma daquelas SONORAS... sem sentido, mas boas de ouvir... ou não!
Destrajo o desnudo e reluto,
Na mesma mesa lesada à zape.
Se puta, no calor da luta,
Gelada esteja nua a cerveja,
Se repenso, é tenso e abundante suor,
Se constante, não obstante,
O fato em si, é teso, tenso e propenso...
Destrajo o desnudo e reluto,
Na mesma mesa lesada à zape.
Se puta, no calor da luta,
Gelada esteja nua a cerveja,
Se repenso, é tenso e abundante suor,
Se constante, não obstante,
O fato em si, é teso, tenso e propenso...
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