Duas poesias... uma livre e um soneto... o assunto é o mesmo! sei lá... é isso aí!
o sangue que pulsa
nas veias da dor
não é meu.
nem é meu
o sofrimento do jornal.
tenho comigo
coisas mais simples.
comigo fica a felicidade.
e sofro
com as dores dos outros...
Diferenças
Se algum dia chegar à minha casa
Um pobrezinho filho de ninguém
Neste momento de meu peito em brasa
Sinto-me responsável por alguém.
Implora por migalhas, nada além!
E tento, incentivando, lhe dar asas.
Nada disso parece que convém,
E sai para pedir em outras casas...
Tento entender a vida para mim...
Por que, meu Pai, mereço tanta sorte?
Por que tem gente neste mundo assim?
Será que foi o próprio Deus quem quis?
Alguns recebem vida e outros a morte.
E sofro por saber que sou feliz.
Procure no blog por aqui!
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
domingo, 7 de setembro de 2008
Cientistas de um modo geral... só a minha ignorante opinião
Você acredita em previsão do tempo? Eu até que olho, mas não confio. Principalmente se olhar varias fontes. Sempre tem uma falando chuva outra falando sol. Então com que cara de pau eles vão prever a fauna e a flora daqui a quatro milhões de anos? Prever habitat, predadores, costumes e, pasmem, a capacidade dos sentidos? Um programa na TV achou que é possível e com a maior cara de pau, lançou essa previsão. Isso mesmo:
O tartuarolídio terá um bico longo e achatado capaz de detectar através de sua língua que assumiu a responsabilidade do olfato devido as fortes temperaturas, a presença a quilômetros de distância das formigaléias, uma parente distante das populares saúvas, sua principal presa, que habitarão as árvores triotrepácias, únicas que sobraram da extinta Floresta Amazônica que será um enorme deserto de sal e areia...
Quem me garante que não terá raça humana? Quem me garante que outra forma de vida não vai desenvolver a inteligência assim como nós? É fácil chutar assim... Ninguém vai estar lá mesmo pra confirmar. É mais fácil acreditar numa vida cibernética ou virtual igual ao filme “MATRIX” do que nestes chutes.
Tudo bem, não é chute. É claro que estas previsões são baseadas em muitos cálculos e pesquisas. Mas se eles não acertam com precisão a chuva ou o sol de amanhã, é muita pretensão querer ir tão longe assim. Assim como os filmes de ficção, a única coisa que me impressiona é a qualidade da computação gráfica.
Vi também, em outro programa, que foram encontrados três pequenos ossos – O maior não tinha dez centímetros – pertencentes à uma nova espécie de dinossauro, ou sei lá o quê. Até aqui tudo bem, mas aí vem o rapaz, me faz uma animação em 3D e mostra, a partir dos 3 ossinhos, o dinossauro inteiro. Como ele era, onde caçava, o que ele caçava e seu grunhido – qual é o nome do barulho dos dinossauros? Eles fazem barulho mesmo? – e a coloração da pele do bicho. Pele, casca, escama sei lá...
Não é possível!!! Os ossinhos vieram com código de barra? Tinha alguma etiqueta com ficha técnica? Não me venha com esse papo de DNA porque é muito Spielberg pro meu gosto... DNA não é foto. Nem vídeo. Nem tem a dieta diária. Ainda... Mas continuo impressionado com a computação gráfica.
O tartuarolídio terá um bico longo e achatado capaz de detectar através de sua língua que assumiu a responsabilidade do olfato devido as fortes temperaturas, a presença a quilômetros de distância das formigaléias, uma parente distante das populares saúvas, sua principal presa, que habitarão as árvores triotrepácias, únicas que sobraram da extinta Floresta Amazônica que será um enorme deserto de sal e areia...
Quem me garante que não terá raça humana? Quem me garante que outra forma de vida não vai desenvolver a inteligência assim como nós? É fácil chutar assim... Ninguém vai estar lá mesmo pra confirmar. É mais fácil acreditar numa vida cibernética ou virtual igual ao filme “MATRIX” do que nestes chutes.
Tudo bem, não é chute. É claro que estas previsões são baseadas em muitos cálculos e pesquisas. Mas se eles não acertam com precisão a chuva ou o sol de amanhã, é muita pretensão querer ir tão longe assim. Assim como os filmes de ficção, a única coisa que me impressiona é a qualidade da computação gráfica.
Vi também, em outro programa, que foram encontrados três pequenos ossos – O maior não tinha dez centímetros – pertencentes à uma nova espécie de dinossauro, ou sei lá o quê. Até aqui tudo bem, mas aí vem o rapaz, me faz uma animação em 3D e mostra, a partir dos 3 ossinhos, o dinossauro inteiro. Como ele era, onde caçava, o que ele caçava e seu grunhido – qual é o nome do barulho dos dinossauros? Eles fazem barulho mesmo? – e a coloração da pele do bicho. Pele, casca, escama sei lá...
Não é possível!!! Os ossinhos vieram com código de barra? Tinha alguma etiqueta com ficha técnica? Não me venha com esse papo de DNA porque é muito Spielberg pro meu gosto... DNA não é foto. Nem vídeo. Nem tem a dieta diária. Ainda... Mas continuo impressionado com a computação gráfica.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Neurocirurgião
Um dia que o tempo vai longe, estávamos numa bela rodada de YES, peixe frito e cerveja. Eu, na ocasião, não conhecia a maravilha da música desta banda e, a cada faixa nova, meu grande e saudoso amigo Juninho me perguntava:
– E essa, você conhece?
– Também não – eu respondia.
Ele, num gesto de prazer e emoção intenso, completava:
– Uuuuuhhhh!!! Eu queria ser você pra ouvir isso pela primeira vez!!! Conte-me tudo que você está sentindo!...
Queria ter um botãozinho no umbigo ou sei lá onde – aí não! – Pra apagar prazeres que poderiam se repetir. Imagine como seria ouvir novamente pela primeira vez “She´s leaving home” ou “A day in the life” dos Beatles? Ou as pérolas de Chico Buarque, Milton Nascimento... Isto seria aplicável também aos livros, filmes e até novelas... Seria muito bom ler “O tempo e o vento” novamente, assistir “Auto da Compadecida” ou “Roque Santeiro” como se fosse a primeira vez...
Queria ser um neurocirurgião pra desenvolver essa intervenção cirúrgica. É claro, seria através de um raio laser sem derramar nenhuma gota de sangue. Teria em meu consultório filas e mais filas de apaixonados por muita coisa:
– Doutor, queria poder ler novamente pela primeira vez “Olhai os lírios do Campo”.
– Ok, sente-se ali. Literatura está no setor LT01 quadrante 25. Em minutos a memória desse livro estará apagada.
Os gostos seriam varados:
– Doutor, me apaga todos os filmes do Jean Cloud Vandame?
Mas tudo teria um limite:
– Doutor, quero poder ouvir de novo a “Eguinha pocotó”...
Neste caso, sugiro a lavagem cerebral...
NOTA: A vida imita a arte... Ou será que a arte imita a vida? li uma reportagem na revista Época – “Novas pesquisas sobre memória investem na busca por melhor desempenho e drogas capazes de apagar lembranças indesejadas” de Cristiane Segatto, Gisela Anauate e Maíra Termero – e, podem acreditar, estão “copiando minha idéia....” é claro que o foco é as vítimas de acidentes traumáticos, mas a idéia foi minha!
– E essa, você conhece?
– Também não – eu respondia.
Ele, num gesto de prazer e emoção intenso, completava:
– Uuuuuhhhh!!! Eu queria ser você pra ouvir isso pela primeira vez!!! Conte-me tudo que você está sentindo!...
Queria ter um botãozinho no umbigo ou sei lá onde – aí não! – Pra apagar prazeres que poderiam se repetir. Imagine como seria ouvir novamente pela primeira vez “She´s leaving home” ou “A day in the life” dos Beatles? Ou as pérolas de Chico Buarque, Milton Nascimento... Isto seria aplicável também aos livros, filmes e até novelas... Seria muito bom ler “O tempo e o vento” novamente, assistir “Auto da Compadecida” ou “Roque Santeiro” como se fosse a primeira vez...
Queria ser um neurocirurgião pra desenvolver essa intervenção cirúrgica. É claro, seria através de um raio laser sem derramar nenhuma gota de sangue. Teria em meu consultório filas e mais filas de apaixonados por muita coisa:
– Doutor, queria poder ler novamente pela primeira vez “Olhai os lírios do Campo”.
– Ok, sente-se ali. Literatura está no setor LT01 quadrante 25. Em minutos a memória desse livro estará apagada.
Os gostos seriam varados:
– Doutor, me apaga todos os filmes do Jean Cloud Vandame?
Mas tudo teria um limite:
– Doutor, quero poder ouvir de novo a “Eguinha pocotó”...
Neste caso, sugiro a lavagem cerebral...
NOTA: A vida imita a arte... Ou será que a arte imita a vida? li uma reportagem na revista Época – “Novas pesquisas sobre memória investem na busca por melhor desempenho e drogas capazes de apagar lembranças indesejadas” de Cristiane Segatto, Gisela Anauate e Maíra Termero – e, podem acreditar, estão “copiando minha idéia....” é claro que o foco é as vítimas de acidentes traumáticos, mas a idéia foi minha!
domingo, 17 de agosto de 2008
mínimas...
Aqui um punhadinho de quase nada...
I
Vivo de remendar a vida.
E no cerzir da pele
Vou me parindo de novo.
===
II
Vivo ruminando
tristezas no peito,
E regurgitando alegrias vividas...
...dieta do bem viver...
===
III
eu canso de ver os trilhos
mas nunca ouço o apito...
===
IV
O trem tá no trilho
Mas ainda não sei
Se subo a bordo,
Ou se boto lenha na caldeira...
===
V
Acho que preciso chorar
ou sofrer às vezes...
às vezes acho...
I
Vivo de remendar a vida.
E no cerzir da pele
Vou me parindo de novo.
===
II
Vivo ruminando
tristezas no peito,
E regurgitando alegrias vividas...
...dieta do bem viver...
===
III
eu canso de ver os trilhos
mas nunca ouço o apito...
===
IV
O trem tá no trilho
Mas ainda não sei
Se subo a bordo,
Ou se boto lenha na caldeira...
===
V
Acho que preciso chorar
ou sofrer às vezes...
às vezes acho...
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Invenções e descobertas...
Uma viagem dessas bem grande de mesa de bar...
Deve existir um ranking mundial que define as melhores invenções e descobertas. Não sei, mas, imagino que, liderando a lista deve estar a roda. A penicilina, A cura da AIDS, quando descobrirem, provavelmente aparecerá nos primeiros lugares. Os empregados com Carteira assinada devem achar o 13º uma invenção brilhante. Para os políticos então, a imunidade parlamentar está muito bem colocada. Eu coloco a cerveja no podium sem pestanejar. Mas, sem muitos rodeios, os 10 primeiros lugares devem ficar com os derivados do leite... Tem coisa melhor que o tal do Catupiry? E o creme de leite que faz qualquer coisa ficar uma delícia...o leite condensado, doce de leite, o queijo mineiro, sem falar das trocentas variedades de queijo no mundo. O que seria da pizza sem os queijos? O que seria das massas sem o leite? O que seria das festas infantis sem o brigadeiro? O que seria do Shake sem o Milk? Pra mim, o prêmio Nobel da invenção vai, sem sombra de dúvida, pra Vaca...
Deve existir um ranking mundial que define as melhores invenções e descobertas. Não sei, mas, imagino que, liderando a lista deve estar a roda. A penicilina, A cura da AIDS, quando descobrirem, provavelmente aparecerá nos primeiros lugares. Os empregados com Carteira assinada devem achar o 13º uma invenção brilhante. Para os políticos então, a imunidade parlamentar está muito bem colocada. Eu coloco a cerveja no podium sem pestanejar. Mas, sem muitos rodeios, os 10 primeiros lugares devem ficar com os derivados do leite... Tem coisa melhor que o tal do Catupiry? E o creme de leite que faz qualquer coisa ficar uma delícia...o leite condensado, doce de leite, o queijo mineiro, sem falar das trocentas variedades de queijo no mundo. O que seria da pizza sem os queijos? O que seria das massas sem o leite? O que seria das festas infantis sem o brigadeiro? O que seria do Shake sem o Milk? Pra mim, o prêmio Nobel da invenção vai, sem sombra de dúvida, pra Vaca...
quarta-feira, 30 de julho de 2008
O Punho
O punho quer ser poeta.
Antes fosse o punho
Dono da própria dor.
Mas o punho não sabe escrever
É escravo de outras dores
Que ele próprio não sente...
Mas
O punho quer ser poeta...
E de querer ser, intercede
Ao cravar em pauta
A cicatriz da dor que não sente.
Mas transcende
Na mais pura
Poesia...
Antes fosse o punho
Dono da própria dor.
Mas o punho não sabe escrever
É escravo de outras dores
Que ele próprio não sente...
Mas
O punho quer ser poeta...
E de querer ser, intercede
Ao cravar em pauta
A cicatriz da dor que não sente.
Mas transcende
Na mais pura
Poesia...
sexta-feira, 11 de julho de 2008
o som das palavras...
Às vezes escrevo apenas pela sonoridade das frases. Não sei se é apenas uma viagem minha mas, às vezes, a música dos fonemas me agrada mais do que a própria poesia... experimente, talvez vc tenha o mesmo problema q eu!
O distúrbio de um incompleto esqueleto
Invade a luxúria que inunda
a mansão de luz.
E a pobre alma,
Que de lutar, perdeu as asas,
Caiu por terra
Quando completos dedilhados
Firmes e absolutos rompem o enrijecer da carne vã.
E,
Depois do último cigarro,
adormecem, inúteis, em lençóis de sangue...
O distúrbio de um incompleto esqueleto
Invade a luxúria que inunda
a mansão de luz.
E a pobre alma,
Que de lutar, perdeu as asas,
Caiu por terra
Quando completos dedilhados
Firmes e absolutos rompem o enrijecer da carne vã.
E,
Depois do último cigarro,
adormecem, inúteis, em lençóis de sangue...
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Música Popular Brasileira...
Vi uma entrevista onde definiram duas vertentes da música. A cultural e a de entretenimento. Fui obrigado a discordar, pois a dita música de entretenimento, na maioria dos casos, não é música. Do dicionário, temos que a música é a arte e a ciência de combinar os sons de modo agradável ao ouvido. Então, eu me dou à liberdade de excluir várias vertentes ditas pelo simples fato de não me agradarem. Tem-se por aí sons que enriquecem gravadoras emitidos por “cantores” que dizem “cantar” sua realidade. São pessoas com histórias de vida lindíssimas, mas, que ao invés de um livro, preferem gravar um CD sem nenhum compromisso musical. É claro, livro não vende.
Fiquei com vergonha quando vi algumas dessas novas vertentes de “música” se rotulando como MPB. Mas a pobre da MPB teve que engolir, inclusive eu, que se é brasileira e é popular, é MPB. Só não consegui enquadrá-las na sigla por causa do “M” mas essa foi só a minha opinião. Resolvi, então, mudar o nome do meu gosto, pois quando eu dizia gostar de MPB, poderia estar me juntando à vulgaridade da atual sonoridade popular brasileira. Até porque, posso dizer tranqüilamente que a música brasileira que eu gosto não tem nada de popular.
Enquanto os dinossauros sobrevivem pois conseguiram seu espaço nas décadas passadas, hoje em dia temos que engolir um quintilhão de “músicas” clonadas do mercado europeu e americano e os nossos bons músicos ficam procurando um lugar ao sol tocando em barzinhos e pizzarias. Portanto, eu não gosto de MPB, eu gosto de MDB: Música Desconhecida Brasileira!
Fiquei com vergonha quando vi algumas dessas novas vertentes de “música” se rotulando como MPB. Mas a pobre da MPB teve que engolir, inclusive eu, que se é brasileira e é popular, é MPB. Só não consegui enquadrá-las na sigla por causa do “M” mas essa foi só a minha opinião. Resolvi, então, mudar o nome do meu gosto, pois quando eu dizia gostar de MPB, poderia estar me juntando à vulgaridade da atual sonoridade popular brasileira. Até porque, posso dizer tranqüilamente que a música brasileira que eu gosto não tem nada de popular.
Enquanto os dinossauros sobrevivem pois conseguiram seu espaço nas décadas passadas, hoje em dia temos que engolir um quintilhão de “músicas” clonadas do mercado europeu e americano e os nossos bons músicos ficam procurando um lugar ao sol tocando em barzinhos e pizzarias. Portanto, eu não gosto de MPB, eu gosto de MDB: Música Desconhecida Brasileira!
Soneto ao mau doente (Ressaca)
Perdoe o mal que faço, inconsciente.
Ao proferir palavras e deslizes
Se existe a dor que causo inconseqüente
Cravam-se em mim profundas cicatrizes.
Quando estou submerso em mar de crises
De embriagues ou raiva intermitente
Devaneios e gestos infelizes
Sucumbem lucidez de minha mente.
Mas na manhã, por ontem esquecida,
O trauma se faz força arrependida
Pisar no chão imundo do passado.
A promessa de sempre repetida
Faz presente no fato enaltecida
E o dia se refaz amarrotado...
Ao proferir palavras e deslizes
Se existe a dor que causo inconseqüente
Cravam-se em mim profundas cicatrizes.
Quando estou submerso em mar de crises
De embriagues ou raiva intermitente
Devaneios e gestos infelizes
Sucumbem lucidez de minha mente.
Mas na manhã, por ontem esquecida,
O trauma se faz força arrependida
Pisar no chão imundo do passado.
A promessa de sempre repetida
Faz presente no fato enaltecida
E o dia se refaz amarrotado...
terça-feira, 1 de julho de 2008
Sonoros sons e afins
Gosto de ouvir a cadência sonora de uma frase bem dita.
Bendita frase...
Seu sentido é secundário, segundo plano.
Como se outrora fosse uma outra qualquer língua, perdida na raiz do mundo.
Enraizada na história.
Me deleito em ouvir um sonoro soneto em voz, pausada e ritmada.
A vibração transcende o tímpano e jaz, no peito, em fibrilação.
É fúnebre o possível trauma de não poder ouvir...
Ecoaria um profundo silêncio na alma.
E cairia em suicídio póstumo.
Bendita frase...
Seu sentido é secundário, segundo plano.
Como se outrora fosse uma outra qualquer língua, perdida na raiz do mundo.
Enraizada na história.
Me deleito em ouvir um sonoro soneto em voz, pausada e ritmada.
A vibração transcende o tímpano e jaz, no peito, em fibrilação.
É fúnebre o possível trauma de não poder ouvir...
Ecoaria um profundo silêncio na alma.
E cairia em suicídio póstumo.
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