De volta as poesias...
Eu acho que essa minha pura falta de idéias não deixa de ser minha preferida inspiração... ou não!
SEM...
Estive em crise...
crise de idéias
um punhado de vazio...
Crise de nada com nada...
Sem registro.
Só isso.
Rabisquei e apaguei
Li e desisti...
E o que sobrou
foi isso aqui!
Procure no blog por aqui!
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Que meus amigos fiquem sempre por perto!!! [Continuação... Corrigindo]
Pensem o que quiser, mas vim aqui mudar de opinião. Coincidência ou não, no mesmo dia que escrevi o texto anterior, tive notícias de um amigo que arrumei no trabalho e não o vejo já há alguns anos. Bateu uma saudade boa de bater um bom papo com ele. Tasquei a mão no telefone e torci pra que ele não tivesse mudado seu número. Fui atendido assim: “Como é bom não apagar a agenda antiga do celular!”. Conversamos por uma meia hora. Nem quero ver a conta! Tudo bem, faz pouco tempo. Minha tenra idade me impede de ter décadas de saudade, pois eu tenho décadas de vida. Mas, apesar dos poucos anos de convivência, ele é uma espécie rara que se tornou um grande amigo meu e, devido as diferenças de cidade, emprego e outros amigos, com certeza o verei com muito pouca freqüência. Terminamos a conversa com o popular “vê se aparece!” “Vamos Marcar um churrasco!” Mas nós sabemos que foi mera formalidade. Pois é... Vivendo e aprendendo. Não é assim que se diz? Minha memória lembrou de alguém. Quem sabe tenha outros... Não hesitarei! Ligarei novamente!
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Que meus amigos fiquem sempre por perto!!!
Sempre dou uma passadinha no blog da Thais, a Caipira Urbana, pra dar uma espiada nas novidades (http://caipiraurbana.blogspot.com/). Excelentes momentos de boa leitura pra todos os gostos. Acabei de ler lá o texto “O ESPELHO E O TEMPO” do dia 30 de Outubro de 2008.
Nele, ela citou a alegria e a emoção de reencontrar amigos depois de longos anos de distância. Pra falar verdade, foram décadas... Confesso que fiquei preocupado. Após uma análise na minha agenda, descobri que eu não tenho nenhum caso parecido. Não sei, tenho os amigos do colégio, da faculdade, dos bailinhos que não os vejo há “quase” décadas, os familiares espalhado por esse Brasil e espero que, daqui mais algumas décadas, aconteça algo assim com alguém que minha memória perdeu.
Mas meus amigos, AMIGOS MESMO, desde meus 13 ou 14 anos são os mesmos até hoje e os encontro com muita freqüência. Aliás, eu casei com uma da lista! Hoje não temos a mesma freqüência diária da adolescência, nem a semanal dos estudantes. Mas, vejo alguns quase toda semana, outros quase todo mês. Marcamos festas e nos reunimos para falar besteira, lembrar das histórias antigas e criar histórias novas... É difícil juntar todos de uma só vez, mas estamos sempre por perto. Minha turma teve muita sorte de, após a independência do emprego e a dependência do casamento e dos filhos, ficar todos por aí mesmo. Alguns em Pedralva e o resto em volta de Pedralva... Sempre bem pertinho.
Concluindo (concluindo o quê?!?) Ter amigos de verdade é um grande privilégio. Mantê-los ao longo da vida é uma dádiva. Reencontrar aqueles perdidos no passado e ter um sentimento que o tempo não passou é uma bênção e, pra avacalhar com tudo: “Amigo não é aquele que te tira de uma briga e sim, aquele que entra na briga dando uma voadora”.
Nele, ela citou a alegria e a emoção de reencontrar amigos depois de longos anos de distância. Pra falar verdade, foram décadas... Confesso que fiquei preocupado. Após uma análise na minha agenda, descobri que eu não tenho nenhum caso parecido. Não sei, tenho os amigos do colégio, da faculdade, dos bailinhos que não os vejo há “quase” décadas, os familiares espalhado por esse Brasil e espero que, daqui mais algumas décadas, aconteça algo assim com alguém que minha memória perdeu.
Mas meus amigos, AMIGOS MESMO, desde meus 13 ou 14 anos são os mesmos até hoje e os encontro com muita freqüência. Aliás, eu casei com uma da lista! Hoje não temos a mesma freqüência diária da adolescência, nem a semanal dos estudantes. Mas, vejo alguns quase toda semana, outros quase todo mês. Marcamos festas e nos reunimos para falar besteira, lembrar das histórias antigas e criar histórias novas... É difícil juntar todos de uma só vez, mas estamos sempre por perto. Minha turma teve muita sorte de, após a independência do emprego e a dependência do casamento e dos filhos, ficar todos por aí mesmo. Alguns em Pedralva e o resto em volta de Pedralva... Sempre bem pertinho.
Concluindo (concluindo o quê?!?) Ter amigos de verdade é um grande privilégio. Mantê-los ao longo da vida é uma dádiva. Reencontrar aqueles perdidos no passado e ter um sentimento que o tempo não passou é uma bênção e, pra avacalhar com tudo: “Amigo não é aquele que te tira de uma briga e sim, aquele que entra na briga dando uma voadora”.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Pedralva
Um solo privilegiado. Tanto o relevo quanto seu povo. Sua música. Seus sons. A cultura...
Cercada por montanhas, temos a cidade de Pedralva. Pequena, simplesmente simples. Simples na sua grandeza. Seus lares sempre estão de portas abertas. Ou, melhor ainda, escancaradas para receber os amigos e os amigos dos amigos... E, como qualquer casa mineira, mesa farta. Farta e boa!
Seu povo ainda passeia de mãos dadas pelas ruas somente pra ver a lua... Às vezes as estrelas. Seu povo ainda senta em uma mesa e joga conversa fora ao som de um violão. Seu povo ainda olha no olho e sabe o que quer. Seu povo tem a magia que ninguém pode explicar. Ninguém entende. Simplesmente mágica. Quem vem, quer ficar. Se vai, quer voltar. Quem é, sempre será. Isso é Pedralva.
Cercada por montanhas, temos a cidade de Pedralva. Pequena, simplesmente simples. Simples na sua grandeza. Seus lares sempre estão de portas abertas. Ou, melhor ainda, escancaradas para receber os amigos e os amigos dos amigos... E, como qualquer casa mineira, mesa farta. Farta e boa!
Seu povo ainda passeia de mãos dadas pelas ruas somente pra ver a lua... Às vezes as estrelas. Seu povo ainda senta em uma mesa e joga conversa fora ao som de um violão. Seu povo ainda olha no olho e sabe o que quer. Seu povo tem a magia que ninguém pode explicar. Ninguém entende. Simplesmente mágica. Quem vem, quer ficar. Se vai, quer voltar. Quem é, sempre será. Isso é Pedralva.
Minhas idéias, às vezes, rodeiam a mais pura falta de inspiração...
POR NADA
Sei lá...
Deu vontade de vomitar alguma coisa,
Mas não tenho enjôo,
Nem tô a fim de pôr o dedo na garganta...
Então dou, de leve, umas cusparadas por aqui...
Comecei a salivar, mas não creio que vá conseguir...
Não comi nada estragado nos últimos dias.
Às vezes chego babando, mas não sai nada.
Às vezes, tenho ânsias de derrubar lágrimas,
Mas não sai nada...
De repente, na cama, ou vendo tevê,
Não consigo segurar...
POR NADA
Sei lá...
Deu vontade de vomitar alguma coisa,
Mas não tenho enjôo,
Nem tô a fim de pôr o dedo na garganta...
Então dou, de leve, umas cusparadas por aqui...
Comecei a salivar, mas não creio que vá conseguir...
Não comi nada estragado nos últimos dias.
Às vezes chego babando, mas não sai nada.
Às vezes, tenho ânsias de derrubar lágrimas,
Mas não sai nada...
De repente, na cama, ou vendo tevê,
Não consigo segurar...
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
voltando aos versos...
Duas poesias... uma livre e um soneto... o assunto é o mesmo! sei lá... é isso aí!
o sangue que pulsa
nas veias da dor
não é meu.
nem é meu
o sofrimento do jornal.
tenho comigo
coisas mais simples.
comigo fica a felicidade.
e sofro
com as dores dos outros...
Diferenças
Se algum dia chegar à minha casa
Um pobrezinho filho de ninguém
Neste momento de meu peito em brasa
Sinto-me responsável por alguém.
Implora por migalhas, nada além!
E tento, incentivando, lhe dar asas.
Nada disso parece que convém,
E sai para pedir em outras casas...
Tento entender a vida para mim...
Por que, meu Pai, mereço tanta sorte?
Por que tem gente neste mundo assim?
Será que foi o próprio Deus quem quis?
Alguns recebem vida e outros a morte.
E sofro por saber que sou feliz.
o sangue que pulsa
nas veias da dor
não é meu.
nem é meu
o sofrimento do jornal.
tenho comigo
coisas mais simples.
comigo fica a felicidade.
e sofro
com as dores dos outros...
Diferenças
Se algum dia chegar à minha casa
Um pobrezinho filho de ninguém
Neste momento de meu peito em brasa
Sinto-me responsável por alguém.
Implora por migalhas, nada além!
E tento, incentivando, lhe dar asas.
Nada disso parece que convém,
E sai para pedir em outras casas...
Tento entender a vida para mim...
Por que, meu Pai, mereço tanta sorte?
Por que tem gente neste mundo assim?
Será que foi o próprio Deus quem quis?
Alguns recebem vida e outros a morte.
E sofro por saber que sou feliz.
domingo, 7 de setembro de 2008
Cientistas de um modo geral... só a minha ignorante opinião
Você acredita em previsão do tempo? Eu até que olho, mas não confio. Principalmente se olhar varias fontes. Sempre tem uma falando chuva outra falando sol. Então com que cara de pau eles vão prever a fauna e a flora daqui a quatro milhões de anos? Prever habitat, predadores, costumes e, pasmem, a capacidade dos sentidos? Um programa na TV achou que é possível e com a maior cara de pau, lançou essa previsão. Isso mesmo:
O tartuarolídio terá um bico longo e achatado capaz de detectar através de sua língua que assumiu a responsabilidade do olfato devido as fortes temperaturas, a presença a quilômetros de distância das formigaléias, uma parente distante das populares saúvas, sua principal presa, que habitarão as árvores triotrepácias, únicas que sobraram da extinta Floresta Amazônica que será um enorme deserto de sal e areia...
Quem me garante que não terá raça humana? Quem me garante que outra forma de vida não vai desenvolver a inteligência assim como nós? É fácil chutar assim... Ninguém vai estar lá mesmo pra confirmar. É mais fácil acreditar numa vida cibernética ou virtual igual ao filme “MATRIX” do que nestes chutes.
Tudo bem, não é chute. É claro que estas previsões são baseadas em muitos cálculos e pesquisas. Mas se eles não acertam com precisão a chuva ou o sol de amanhã, é muita pretensão querer ir tão longe assim. Assim como os filmes de ficção, a única coisa que me impressiona é a qualidade da computação gráfica.
Vi também, em outro programa, que foram encontrados três pequenos ossos – O maior não tinha dez centímetros – pertencentes à uma nova espécie de dinossauro, ou sei lá o quê. Até aqui tudo bem, mas aí vem o rapaz, me faz uma animação em 3D e mostra, a partir dos 3 ossinhos, o dinossauro inteiro. Como ele era, onde caçava, o que ele caçava e seu grunhido – qual é o nome do barulho dos dinossauros? Eles fazem barulho mesmo? – e a coloração da pele do bicho. Pele, casca, escama sei lá...
Não é possível!!! Os ossinhos vieram com código de barra? Tinha alguma etiqueta com ficha técnica? Não me venha com esse papo de DNA porque é muito Spielberg pro meu gosto... DNA não é foto. Nem vídeo. Nem tem a dieta diária. Ainda... Mas continuo impressionado com a computação gráfica.
O tartuarolídio terá um bico longo e achatado capaz de detectar através de sua língua que assumiu a responsabilidade do olfato devido as fortes temperaturas, a presença a quilômetros de distância das formigaléias, uma parente distante das populares saúvas, sua principal presa, que habitarão as árvores triotrepácias, únicas que sobraram da extinta Floresta Amazônica que será um enorme deserto de sal e areia...
Quem me garante que não terá raça humana? Quem me garante que outra forma de vida não vai desenvolver a inteligência assim como nós? É fácil chutar assim... Ninguém vai estar lá mesmo pra confirmar. É mais fácil acreditar numa vida cibernética ou virtual igual ao filme “MATRIX” do que nestes chutes.
Tudo bem, não é chute. É claro que estas previsões são baseadas em muitos cálculos e pesquisas. Mas se eles não acertam com precisão a chuva ou o sol de amanhã, é muita pretensão querer ir tão longe assim. Assim como os filmes de ficção, a única coisa que me impressiona é a qualidade da computação gráfica.
Vi também, em outro programa, que foram encontrados três pequenos ossos – O maior não tinha dez centímetros – pertencentes à uma nova espécie de dinossauro, ou sei lá o quê. Até aqui tudo bem, mas aí vem o rapaz, me faz uma animação em 3D e mostra, a partir dos 3 ossinhos, o dinossauro inteiro. Como ele era, onde caçava, o que ele caçava e seu grunhido – qual é o nome do barulho dos dinossauros? Eles fazem barulho mesmo? – e a coloração da pele do bicho. Pele, casca, escama sei lá...
Não é possível!!! Os ossinhos vieram com código de barra? Tinha alguma etiqueta com ficha técnica? Não me venha com esse papo de DNA porque é muito Spielberg pro meu gosto... DNA não é foto. Nem vídeo. Nem tem a dieta diária. Ainda... Mas continuo impressionado com a computação gráfica.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Neurocirurgião
Um dia que o tempo vai longe, estávamos numa bela rodada de YES, peixe frito e cerveja. Eu, na ocasião, não conhecia a maravilha da música desta banda e, a cada faixa nova, meu grande e saudoso amigo Juninho me perguntava:
– E essa, você conhece?
– Também não – eu respondia.
Ele, num gesto de prazer e emoção intenso, completava:
– Uuuuuhhhh!!! Eu queria ser você pra ouvir isso pela primeira vez!!! Conte-me tudo que você está sentindo!...
Queria ter um botãozinho no umbigo ou sei lá onde – aí não! – Pra apagar prazeres que poderiam se repetir. Imagine como seria ouvir novamente pela primeira vez “She´s leaving home” ou “A day in the life” dos Beatles? Ou as pérolas de Chico Buarque, Milton Nascimento... Isto seria aplicável também aos livros, filmes e até novelas... Seria muito bom ler “O tempo e o vento” novamente, assistir “Auto da Compadecida” ou “Roque Santeiro” como se fosse a primeira vez...
Queria ser um neurocirurgião pra desenvolver essa intervenção cirúrgica. É claro, seria através de um raio laser sem derramar nenhuma gota de sangue. Teria em meu consultório filas e mais filas de apaixonados por muita coisa:
– Doutor, queria poder ler novamente pela primeira vez “Olhai os lírios do Campo”.
– Ok, sente-se ali. Literatura está no setor LT01 quadrante 25. Em minutos a memória desse livro estará apagada.
Os gostos seriam varados:
– Doutor, me apaga todos os filmes do Jean Cloud Vandame?
Mas tudo teria um limite:
– Doutor, quero poder ouvir de novo a “Eguinha pocotó”...
Neste caso, sugiro a lavagem cerebral...
NOTA: A vida imita a arte... Ou será que a arte imita a vida? li uma reportagem na revista Época – “Novas pesquisas sobre memória investem na busca por melhor desempenho e drogas capazes de apagar lembranças indesejadas” de Cristiane Segatto, Gisela Anauate e Maíra Termero – e, podem acreditar, estão “copiando minha idéia....” é claro que o foco é as vítimas de acidentes traumáticos, mas a idéia foi minha!
– E essa, você conhece?
– Também não – eu respondia.
Ele, num gesto de prazer e emoção intenso, completava:
– Uuuuuhhhh!!! Eu queria ser você pra ouvir isso pela primeira vez!!! Conte-me tudo que você está sentindo!...
Queria ter um botãozinho no umbigo ou sei lá onde – aí não! – Pra apagar prazeres que poderiam se repetir. Imagine como seria ouvir novamente pela primeira vez “She´s leaving home” ou “A day in the life” dos Beatles? Ou as pérolas de Chico Buarque, Milton Nascimento... Isto seria aplicável também aos livros, filmes e até novelas... Seria muito bom ler “O tempo e o vento” novamente, assistir “Auto da Compadecida” ou “Roque Santeiro” como se fosse a primeira vez...
Queria ser um neurocirurgião pra desenvolver essa intervenção cirúrgica. É claro, seria através de um raio laser sem derramar nenhuma gota de sangue. Teria em meu consultório filas e mais filas de apaixonados por muita coisa:
– Doutor, queria poder ler novamente pela primeira vez “Olhai os lírios do Campo”.
– Ok, sente-se ali. Literatura está no setor LT01 quadrante 25. Em minutos a memória desse livro estará apagada.
Os gostos seriam varados:
– Doutor, me apaga todos os filmes do Jean Cloud Vandame?
Mas tudo teria um limite:
– Doutor, quero poder ouvir de novo a “Eguinha pocotó”...
Neste caso, sugiro a lavagem cerebral...
NOTA: A vida imita a arte... Ou será que a arte imita a vida? li uma reportagem na revista Época – “Novas pesquisas sobre memória investem na busca por melhor desempenho e drogas capazes de apagar lembranças indesejadas” de Cristiane Segatto, Gisela Anauate e Maíra Termero – e, podem acreditar, estão “copiando minha idéia....” é claro que o foco é as vítimas de acidentes traumáticos, mas a idéia foi minha!
domingo, 17 de agosto de 2008
mínimas...
Aqui um punhadinho de quase nada...
I
Vivo de remendar a vida.
E no cerzir da pele
Vou me parindo de novo.
===
II
Vivo ruminando
tristezas no peito,
E regurgitando alegrias vividas...
...dieta do bem viver...
===
III
eu canso de ver os trilhos
mas nunca ouço o apito...
===
IV
O trem tá no trilho
Mas ainda não sei
Se subo a bordo,
Ou se boto lenha na caldeira...
===
V
Acho que preciso chorar
ou sofrer às vezes...
às vezes acho...
I
Vivo de remendar a vida.
E no cerzir da pele
Vou me parindo de novo.
===
II
Vivo ruminando
tristezas no peito,
E regurgitando alegrias vividas...
...dieta do bem viver...
===
III
eu canso de ver os trilhos
mas nunca ouço o apito...
===
IV
O trem tá no trilho
Mas ainda não sei
Se subo a bordo,
Ou se boto lenha na caldeira...
===
V
Acho que preciso chorar
ou sofrer às vezes...
às vezes acho...
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Invenções e descobertas...
Uma viagem dessas bem grande de mesa de bar...
Deve existir um ranking mundial que define as melhores invenções e descobertas. Não sei, mas, imagino que, liderando a lista deve estar a roda. A penicilina, A cura da AIDS, quando descobrirem, provavelmente aparecerá nos primeiros lugares. Os empregados com Carteira assinada devem achar o 13º uma invenção brilhante. Para os políticos então, a imunidade parlamentar está muito bem colocada. Eu coloco a cerveja no podium sem pestanejar. Mas, sem muitos rodeios, os 10 primeiros lugares devem ficar com os derivados do leite... Tem coisa melhor que o tal do Catupiry? E o creme de leite que faz qualquer coisa ficar uma delícia...o leite condensado, doce de leite, o queijo mineiro, sem falar das trocentas variedades de queijo no mundo. O que seria da pizza sem os queijos? O que seria das massas sem o leite? O que seria das festas infantis sem o brigadeiro? O que seria do Shake sem o Milk? Pra mim, o prêmio Nobel da invenção vai, sem sombra de dúvida, pra Vaca...
Deve existir um ranking mundial que define as melhores invenções e descobertas. Não sei, mas, imagino que, liderando a lista deve estar a roda. A penicilina, A cura da AIDS, quando descobrirem, provavelmente aparecerá nos primeiros lugares. Os empregados com Carteira assinada devem achar o 13º uma invenção brilhante. Para os políticos então, a imunidade parlamentar está muito bem colocada. Eu coloco a cerveja no podium sem pestanejar. Mas, sem muitos rodeios, os 10 primeiros lugares devem ficar com os derivados do leite... Tem coisa melhor que o tal do Catupiry? E o creme de leite que faz qualquer coisa ficar uma delícia...o leite condensado, doce de leite, o queijo mineiro, sem falar das trocentas variedades de queijo no mundo. O que seria da pizza sem os queijos? O que seria das massas sem o leite? O que seria das festas infantis sem o brigadeiro? O que seria do Shake sem o Milk? Pra mim, o prêmio Nobel da invenção vai, sem sombra de dúvida, pra Vaca...
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